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Política de Privacidade

Versão
1.4
Em vigor desde
10/09/2026
Idioma
pt-BR
POLÍTICA DE PRIVACIDADE — ALIVIAR CURADORIA MÉDICA Versão: 1.3 · Data: 2026-09-09 QUEM SOMOS A Aliviar Curadoria Médica é um serviço operado por Aliviar Conecta Serviços de Assessoria e Gestão Ltda, CNPJ 63.841.181/0001-07, com sede na R. Severino Eleutério, 158, Centro, Areial/PB, CEP 58.140-000. Você conhece o serviço como Aliviar Curadoria Médica. É a mesma empresa — a marca e a razão social são diferentes, e é isso que este parágrafo existe para dizer. Encarregado pelo tratamento de dados: Caio Padilha Fale com ele: barbosacaiopadilha@gmail.com Esse é o canal para qualquer coisa deste documento: saber o que temos sobre você, pedir correção, pedir exclusão, ou reclamar. O QUE FAZEMOS COM OS SEUS DADOS, EM UMA FRASE Guardamos o que você nos conta para encontrar profissionais que respondam ao que você disse que importa, para acompanhar seu caso até a consulta, e para conversar com você uma vez depois dela. Não vendemos, não alugamos e não usamos seus dados para publicidade. DUAS PESSOAS, E SÓ DUAS Esta é a parte que a maioria das políticas não consegue dizer, e a Aliviar consegue: duas pessoas da nossa equipe conhecem a sua história. - O seu supervisor — quem te atendeu no primeiro dia e acompanha você até o fim. - O seu curador — quem estuda o seu caso. Não é médico e não faz avaliação clínica: organiza a sua história e compara profissionais dentro da especialidade que você pediu. Numa clínica você fala com recepção, enfermagem, médico e faturamento: quatro pessoas, cada uma sabendo um pedaço. Aqui são duas, e as duas conhecem o caso inteiro — o que significa que você não repete sua história para ninguém. No primeiro contato ninguém pergunta nada de saúde. O supervisor registra só como te procurar e o que você veio buscar em uma frase. A sua história é contada uma vez, ao curador, na conversa própria para isso. Se o supervisor for assistir a essa conversa, você é perguntado antes — e pode dizer que prefere sem, sem precisar explicar por quê. Se mudar de ideia no meio, ele sai. O QUE COLETAMOS, E QUANDO Quando você pede atendimento pelo site Nome, e-mail ou telefone, e se a busca é para você ou para outra pessoa. Nada de saúde nessa página — está escrito nela, e é verdade no sistema. Quando o seu caso começa Aí sim: a sua história nas suas palavras, o que você já tentou, o que não pode faltar num médico para você, restrições, e os documentos que você escolher enviar (exames, laudos, relatórios). Isso inclui dados de saúde, que a lei chama de sensíveis e protege mais. É por isso que a coleta acontece numa conversa com uma pessoa, e não num formulário. Enquanto o caso corre Registro das conversas com você (data e o que ficou combinado), o Perfil que a Curadoria montou e você confirmou, os caminhos apresentados, e a sua decisão. Depois da consulta Se você autorizar, e só se autorizar, ligamos uma vez depois da sua primeira consulta e perguntamos, ponto a ponto, se aconteceu o que você tinha dito que não podia faltar. Registramos o que você responder — sim, em parte, não —, o que o médico explicou nas suas palavras, e o que ficou combinado. O que não perguntamos, e não tem onde ser escrito no sistema: diagnóstico, exame, resultado, tratamento, e se o médico é bom ou ruim. Não há nota, estrela nem "você recomendaria". Se você preferir não contar, isso é uma resposta como qualquer outra, e nada é deduzido dela — nem sobre você, nem sobre o médico. Essa conversa é dado de saúde, e por isso ela tem uma autorização própria, assinada à parte, que você pode recusar sem que nada mude no seu atendimento. O QUE NÃO MEDIMOS Ferramentas de medição de audiência (analytics) rodam apenas nas páginas públicas: a página inicial, o pedido de atendimento, e as próprias páginas legais. A sua área não é medida. Nem o portal do curador, nem a administração, nem as telas em que você conta sua história. A razão é direta: a página que alguém visita depois de já ser assistido é indício da condição de saúde dela, e isso não se coleta por conveniência de métrica. Isso não é intenção — é regra no código, escrita como lista de permissão: uma página só é medida se alguém a escrever nessa lista de propósito. O padrão é não medir. POR QUE TRATAMOS CADA COISA O que — Por quê Contato (nome, e-mail, telefone) — Para procurar você — é o que você pediu ao preencher Sua história e seus documentos — Para executar o serviço que você contratou: entender o caso e encontrar caminhos Dados de saúde — Com o seu consentimento específico e destacado, dado à parte do contrato Registro das conversas — Para que ninguém da equipe precise te perguntar duas vezes a mesma coisa Documentos assinados — Para provar, anos depois, o que você leu e concordou O que você conta depois da consulta — Para fechar o seu acompanhamento, e para conferir se o que o profissional declarou por escrito se cumpriu. Com a sua autorização própria, dada à parte Dois fatos, de forma agregada e sem identificar você — Só se você marcar essa autorização, que é separada e opcional: que um procedimento foi realizado por aquele profissional, com o nome do procedimento e o mês; e se o que ele declarou por escrito se cumpriu. Serve para dizer a outra pessoa, depois, que aquele profissional tem prática atual naquilo. Nunca o desfecho, nunca o que você disse, nunca quantas pessoas. Recusar não muda nada para você QUEM CONSEGUE VER Isso não é promessa: é regra no banco de dados, que recusa o acesso de quem não está na lista, mesmo para quem já entrou no sistema. - As duas pessoas do seu caso — o supervisor e o curador — e a administração, para o que for estritamente operacional. - Você, na sua própria área. Ninguém mais. Os médicos não acessam seus dados: eles não veem sua história, seus documentos, nem sabem que você existe até que você decida procurá-los. Documentos e exames ficam em armazenamento privado. Nenhum arquivo seu tem endereço público na internet. Quando compartilhamos com alguém de fora Só em três situações, e as três dependem de você: 1. Com o consultório do profissional que VOCÊ escolheu, e só depois de você ter escolhido, para marcar a consulta em seu nome. Vão o seu nome, o seu contato e o seu convênio — e nenhum dado de saúde. Antes da sua escolha, nós não perguntamos nada sobre o seu caso a consultório nenhum. 2. Com operadora de plano de saúde, ouvidoria ou ANS, quando você nos autoriza a representar você numa questão administrativa. Isso exige uma procuração assinada por você, para aquele fim. 3. Quando a lei obriga — ordem judicial ou requisição de autoridade competente. Fora disso, não compartilhamos com ninguém. ONDE SEUS DADOS FICAM O banco de dados e os arquivos ficam em servidores da Supabase, na região São Paulo, Brasil (sa-east-1) — seus dados de saúde não saem do país. A aplicação roda na Vercel, que processa as requisições do site. Essas duas empresas processam dados por nossa conta e não podem usá-los para outra finalidade. POR QUANTO TEMPO GUARDAMOS Cinco anos depois que a nossa relação termina. Depois disso, os dados são anonimizados — deixam de poder ser ligados a você. O prazo é esse porque é o que a lei dá para alguém discutir na Justiça um problema com um serviço prestado (Código de Defesa do Consumidor, artigo 27). Guardar por esse tempo protege você tanto quanto nos protege. A versão anterior desta política dizia que ainda não tínhamos fixado um prazo, e que quando fixássemos ele entraria numa versão nova. É o que esta versão faz. Duas coisas que continuam verdadeiras, e preferimos escrever do que omitir: a exclusão ao fim do prazo ainda não é automática — é feita por uma pessoa —, e a rotina que a fará sozinha ainda está sendo construída. Se você quiser que apaguemos seus dados antes disso, escreva para o encarregado ou abra o pedido na sua área. O pedido é atendido por uma pessoa, não por um sistema. O que continua guardado mesmo depois de um pedido de exclusão, e só isto: o registro de que houve contrato e quando, que a lei fiscal obriga a guardar; e o documento que já entregamos a você, que não muda depois de entregue. Tudo o mais é apagado — inclusive o que o curador escreveu sobre os médicos do seu caso. SEUS DIREITOS A lei te dá o direito de saber o que temos sobre você, corrigir o que está errado, pedir cópia, pedir exclusão, saber com quem compartilhamos, e retirar seu consentimento. Como exercer: na sua área, em Documentos e consentimentos, você abre um pedido — de acesso, correção, exclusão, portabilidade ou revogação — e acompanha o andamento ali mesmo. Se preferir, escreva para o encarregado. Prazo de resposta: até 15 dias corridos para qualquer pedido. Se precisarmos de mais tempo por complexidade, avisamos dentro desse prazo, com o motivo. Quem executa o pedido é uma pessoa da equipe, não um automatismo — por isso ele tem um andamento a acompanhar, e não um resultado imediato. Retirar o consentimento interrompe o serviço daí em diante: sem as informações do seu caso, não há Curadoria a fazer. Não apaga, sozinho, o que já aconteceu. QUANDO O PEDIDO É PARA OUTRA PESSOA Nosso formulário permite pedir atendimento para outra pessoa — um pai, uma mãe, um filho. O que chega até nós, nesse caso, são os SEUS dados: o seu nome e o seu contato. O formulário não tem campo para os dados da outra pessoa, e isso não é promessa — é como ele foi construído. O nome e o contato dela você nos dá conversando, e é tudo o que pedimos. Nada de saúde dela: se a conversa for para lá, quem estiver do outro lado vai interromper com cuidado. A história de saúde de alguém é dela para contar. O que fazemos com esse nome: procuramos essa pessoa uma vez, pelo contato que você deu, e dizemos na primeira frase que foi você quem a indicou — ela tem o direito de saber de onde tiramos o telefone dela. Se ela quiser conversar, o atendimento começa com ela, e é ela quem assina os próprios papéis. Se ela não quiser, apagamos os dados dela, não insistimos, e você fica sabendo apenas que não vai acontecer — nunca o motivo, porque a resposta dela já é informação dela. Você pode pagar pelo atendimento de outra pessoa. Nesse caso você paga, e nada mais: não recebe a história dela, nem os caminhos, nem o nome do médico que ela escolheu, nem o que ela contou depois. Recebe o comprovante e o aviso de que começou e de que terminou. Sabemos que isso pode incomodar quem paga, e é assim mesmo: o que é dela é dela. Quem pode assinar - Pessoa maior de 18 anos, capaz: assina por si. É o caso comum. - Pessoa com deficiência: assina por si, com o apoio de que precisar. Deficiência não tira a capacidade de ninguém, e nós não presumimos o contrário. - Pessoa sob curatela: quem assina é o curador, apresentando o termo de curatela. Ela participa da conversa na medida em que quiser, e o que ela disser vale. - Menor de 18 anos: nesta versão do serviço, não atendemos. Não é falta de autorização legal — é que todo o nosso trabalho se apoia no que a própria pessoa conta, e atender criança ou adolescente pediria um serviço diferente. Há um caso que preferimos dizer antes de você gastar o seu tempo: a pessoa idosa que não tem curatela, mas que a família entende não estar compreendendo o que assina. Nós não podemos atender assim, e nenhum papel assinado pela família resolve — o consentimento teria de ser dela. O caminho existe e é judicial: curatela, ou tomada de decisão apoiada, que é mais leve e preserva a autonomia dela. Dizemos isso logo na primeira conversa, porque começar um atendimento que teria de parar no meio seria pior para todo mundo. MUDANÇAS NESTA POLÍTICA Cada versão fica registrada com data de vigência e endereço permanente. Se mudarmos algo relevante, a versão anterior continua consultável — você consegue ver a que concordou.